PIB cresce 2,3% em 2025, mas o impacto no bolso é desigual e exige cautela em 2026, mas o número não é suficiente para gerar sensação ampla de melhora no dia a dia.
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Apesar do resultado positivo, o ritmo foi menor que o de 2024, quando a economia avançou 3,4%. Para o economista Ricardo Paixão, presidente do Conselho Regional de Economia do Espírito Santo, o número não é suficiente para gerar sensação ampla de melhora no dia a dia.









