Apesar de ocupar a 12ª posição entre os 27 unidades da Federação em renda domiciliar per capita, o Espírito Santo ficou ligeiramente abaixo da média nacional de R$ 2.316 por pessoa/mês, apontou nesta sexta-feira (27) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estado capixaba apresentou renda de R$ 2.249, ficando atrás dos vizinhos da região sudeste.
A divulgação considera valores nominais, ou seja, sem correção pela inflação. O rendimento domiciliar per capita divide a renda total dos domicílios pelo número de moradores. Entram na conta recursos obtidos com o trabalho e outras fontes, como programas sociais e aposentadorias.
A base das informações de renda é a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), um dos principais levantamentos do instituto. Distrito Federal e Maranhão costumam aparecer nos extremos do ranking. O primeiro local é conhecido por abrigar servidores públicos da elite do funcionalismo, com salários mais elevados. Já o Maranhão, assim como outros estados nordestinos, historicamente enfrenta desafios socioeconômicos.
RENDA MENSAL PER CAPITA DA POPULAÇÃO EM 2025 (em R$)
- Distrito Federal – 4.538
- São Paulo – 2.956
- Rio Grande do Sul – 2.839
- Santa Catarina – 2.809
- Rio de Janeiro – 2.794
- Paraná – 2.762
- Mato Grosso do Sul – 2.454
- Goiás – 2.407
- Minas Gerais – 2.353
- Mato Grosso – 2.335
- Brasil – 2.316
- Espírito Santo – 2.249
- Tocantins – 2.036
- Rondônia – 1.991
- Roraima – 1.878
- Rio Grande do Norte – 1.819
- Amapá – 1.697
- Sergipe – 1.697
- Pernambuco – 1.600
- Piauí – 1.546
- Paraíba – 1.543
- Amazonas – 1.484
- Bahia – 1.465
- Alagoas – 1.422
- Pará – 1.420
- Acre – 1.392
- Ceará – 1.390
- Maranhão – 1.219
Com informações de Leonardo Vieceli – Rio de Janeiro, FolhaPress









