A taxa de desocupação (desemprego) no Espírito Santo ficou em 4% no Espírito Santo no primeiro trimestre de 2025, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior (3,9%) e apresentando queda de 2,0 p.p. em relação ao primeiro trimestre de 2024 (quando foi de 5,9%).
A população ocupada foi estimada em 2,063 milhões de pessoas, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior e ao primeiro trimestre de 2024. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A população desocupada foi estimada em 85 mil pessoas, permanecendo estável em relação ao trimestre anterior e apresentando queda de 34,2% (o que corresponde a 44 mil pessoas a menos) em relação ao primeiro trimestre de 2024.
O número de desalentados, que são as pessoas que, embora queiram trabalhar e estejam disponíveis para assumir um emprego, desistiram de procurar trabalho, foi de 26 mil pessoas, apresentando um aumento de 44,3% (8 mil a mais) em relação ao trimestre anterior e permanecendo estável em relação ao primeiro trimestre de 2024.
Brasil
A taxa de desocupação do país no primeiro trimestre de 2025 (7,0%), cresceu 0,8 ponto percentual (p.p.) frente ao trimestre anterior (6,2%) e caiu 0,9 p.p. ante o mesmo trimestre móvel de 2024 (7,9%).
Frente ao 4º trimestre de 2024, a taxa de desocupação cresceu em 12 das 27 Unidades da Federação e ficou estável nas outras 15. As maiores taxas foram de Pernambuco (11,6%), Bahia (10,9%) e Piauí (10,2%), e as menores, de Santa Catarina (3,0%), Rondônia (3,1%) e Mato Grosso (3,5%).
A taxa de desocupação (7,0%) foi de 5,7% para os homens e 8,7% para as mulheres no primeiro trimestre de 2025. Por cor ou raça, essa taxa ficou abaixo da média nacional para os brancos (5,6%) e acima para os pretos (8,4%) e pardos (8,0%).
Subutilização
No primeiro trimestre de 2025, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (pessoas que, embora façam parte da força de trabalho, não estão totalmente aproveitadas no mercado) foi de 15,9%.
Piauí (34,0%) teve a maior taxa, seguido por Bahia e Alagoas (ambos com 27,5%). As menores taxas ficaram com Santa Catarina (5,3%), Espírito Santo (7,9%) e Mato Grosso (8,1%).









