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Espírito Santo tem quase 11 mil novas empresas criadas em 2018

Foto: Divulgação / Pexel
Foto: Divulgação / Pexel

Em 2018 o Espírito Santo vem se destacando economicamente e superando a crise econômica que assola todo país. Essa realidade é confirmada tanto pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que se desenvolve mais rápido que o crescimento nacional, quanto pelo crescimento industrial.

Segundo a Junta Comercial do Espírito Santo (JUCEES), até novembro de 2018, foram construídas 10.999 novas empresas, contra 7.345 extintas em todo Estado.

Deste total, o maior número advém do comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, com 4.236 novos empreendimentos até o dia 10 de dezembro, o que compactua com o crescimento do PIB, que foi influenciado pelo crescimento do comércio varejista ampliado.

No Estado, grande parte do crescimento é influenciada pelo setor de comércio varejista ampliado, que se justifica também pelo número de empresas do mesmo setor construídas no Espírito Santo.

Seguido da área de comércio, os próximos setores que mais aumentaram em  números absolutos foram, cabeleireiros, manicure e pedicure, além de obras de alvenaria. Confira a lista completa:

  • Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios – 4236
  • Cabeleireiros, manicure e pedicure – 3193
  • Obras de Alvenaria – 2341
  • Promoção de vendas – 2128
  • Lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares – 1528
  • Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar – 1264
  • Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas – 1253
  • Serviços ambulantes de alimentação – 1024
  • Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns – 1001
  • Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza – 967

Apesar de ser o que mais cresceu, a área de comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios também foi a que perdeu mais empresas, com 972 empresas fechadas no estado até o dia 12 de dezembro, seguido pelos setores de lanchonetes, casas de chá, de sucos e similares, com menos 394 empresas; comércio varejista de mercadorias em geral (com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias) e armazéns, com menos 276 registros.

Consecutivamente, os outros ramos que mais fecharam negócios nesse ano são restaurantes e similares (-274 empresas); cabeleireiro, manicure e pedicure (-259); promoção de vendas (-240), além de bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas (-203).

Os três menores registros de fechamento são nos setores de obras de alvenaria, comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal e comércio varejista de bebidas, com menos 201, 188 e 168 empresas (respectivamente).

 Quanto ao pedido de abertura de novas empresas para 2019, a Jucees informou que ainda não é possível informar as perspectivas.

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