O grupo de pesquisa Netlab, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), identificou a veiculação de 394 anúncios políticos durante o período de suspensão eleitoral nas plataformas da Meta, controladora de Facebook, Instagram e WhatsApp.
A Justiça Eleitoral proíbe propaganda eleitoral paga na internet entre os dias 23 e 25 de outubro. De acordo com o NetLab, também houve anúncios irregulares no Kwai, mas problemas técnicos na plataforma chinesa dificultaram a contagem das violações.
“Entre os casos encontrados, estão anúncios fraudulentos promovidos por uma página falsa do Tribunal Superior Eleitoral a fim de roubar dados e uma publicidade ilegal publicada por Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal preso no julgamento contra a trama golpista de 2022”, diz o relatório do Netlab.
Segundo o grupo de pesquisa, a maior parte das propagandas ilegais ofertava peças de vestuário com imagens dos candidatos à Presidência.
No caso do Kwai, os anunciantes políticos alteraram a data de duração de campanha para este domingo (25) após a contratação da publicidade.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – PEDRO S. TEIXEIRA










