caso milena 8-50chegadaForam ouvidas nesta quarta-feira (17), no Fórum Criminal de Vitória, as testemunhas de defesa do caso Milena Gottardi. No início da tarde, falaram as amigas da médica, Fernanda Coutinho e Lívia Maria de Araújo, mães de crianças que estudam com a filha da vítima.  No momento do depoimento, assim como a família da médica, as amigas de Milena, também não quiseram falar na presença dos réus.

Além das duas, foram ouvidas neste segundo dia, Rachel Lacourt, Bianca Pavan, Aline Coelho, Marcelo Thompson, Ulisses Nascimento de Oliveira e Gustavo Garcia Wierman. Já no primeiro dia prestaram depoimentos a advogada de Milena, Ana Paula Protzner, o delegado Janderson Lube, o investigador Igor de Oliveira, a amiga de Hilário, Edineia Alvarenga, a prima Shintia Gottardi, Marcelle Gomes, a médica Maria Izabel – que estava com Milena na hora do crime -, a mãe de Milena, Zilca Maria Gottardi, o irmão, Douglas Gottardi. Leia mais

Ao todo o processo vai ouvir 55 pessoas, sendo que as próximas audiências estão marcadas para acontecer nos dias 30 e 31 de janeiro. Nestas, serão ouvidas testemunhas arroladas pela defesa dos réus. Somente após essas audiências, o juiz vai analisar se os réus deveram ir a júri popular, ou não.

Os acusados no crime são Hilário e Esperidião Frasson, ex-marido e sogro da vítima, Dionathas Alves (executor); Hermenegildo Palauro e Valcir Dias (ambos apontados como os intermediários do crime), e Bruno Rodrigues Broetto, que roubou a moto usada pelo autor dos disparos.

As audiências com 22 testemunhas foram intimadas por carta precatória para serem ouvidas em locais diferentes na presença do Ministério Público: Fundão (16), Colatina (2), além de Linhares, Aracruz, São Mateus e Governador Valadares (uma em cada).

milena gottardiCaso Milena Gottardi
A médica Milena Gottardi foi baleada na cabeça no dia 14 de setembro, quando saia do Hospital das Clinicas, em Vitória. De acordo com a polícia o crime teria sido de mando, e planejado pelo marido Hilário Frasson e o sogro Esperidião Frasson.

Na avaliação do responsável pelo caso, delegado Janderson Lube, o sogro passou a ver Milena como um problema financeiro, e não mais como membra da família. Uma vez que a separação fosse consumada, Hilário seria obrigado a ter responsabilidades financeiras com a médica e as duas filhas deles.

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