Por burrice e má fé a sociedade brasileira desconhece a profunda tragédia que os governos petistas de Lula e Dilma foram para a economia nacional, a sociedade como um todo e, mais exatamente ,aquela grande parcela de minguado poder aquisitivo.

Há dois anos o chamado PIB (o resultado econômico de toda produção de bens e serviços nacionais) não cresce e, na hora que ele sobe 1% no primeiro trimestre de 2017, graças ao esforço que está sendo feito pelo ministro da fazenda, Francisco Meirelles criticam, fazem pouco caso. Afirmam os críticos do crescimento que o PIB cresceu 1% devido a influência da agricultura, que foi espetacular, mesmo diante da crise.

Raios, quando foi que o agronegócio, nos últimos 30 anos, deixou de ser preponderante nas exportações nacionais?

Se o governo fosse inteligente, fosse determinado, concentraria seus esforços na arrumação da agricultura nacional. Se emprenharia com a adoção de recursos para transformá-la líder mundial.

É uma estupidez dizer que o Brasil não produz feijão, arroz, milho, trigo, cebola e outros produtos para abastecimento do país. Somos dependentes das produções de feijão da Bolívia e México, para encher a barriga do povo brasileiro. Somos dependentes das importações de alho da china, que chega nos nossos mercados por um terço do alho nacional.

O Brasil não tem um financiamento sério à produção de alimentos; não temos meios de transportes, armazenamento, estoques reguladores, política de preço mínimo, escoamento de grandes safras, confinamento do excesso da produção, nada que se possa chamar de razoável nesse campo.

Tem sido função dos nossos governantes dar emprego público, financiar ações terroristas contra o empresário rural através do MST, cobrança de impostos e taxas absurdas sobre a produção agrícola, falta de estradas, meios de escoamento da produção, apoio e incentivo a uma política de zoneamento agrícola através do financiamento de safras, nada.

Na hora que o agronegócio, com todas dificuldades, favorece com sua participação que o PIB levante a cabeça após dois anos de estagnação econômica, surgem vozes as mais díspares, criticando a modéstia do crescimento. Fosse no governo petista, a medida estava sendo aplaudida entusiasticamente porque refletiria sem dúvida em mais dinheiro em circulação e, quando se fala em dinheiro, essa gente do PT tem um apetite fora do comum.

Independente do governo, o agronegócio no Brasil deveria ser o maior instrumento de desenvolvimento econômico e social. O dia que nossos governantes tomarem juízo suficiente, a realidade brasileira será outra.

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