por Paulo Cesar Dutra

O conselheiro do Tribunal de Contas do Espírito Santo, Sebastião Carlos Ranna, está afastado do cargo por problemas de saúde. A situação é delicada e ele foi internado no Hospital da Unimed na Praia da Costa, Vila Velha. A assessoria do TCES não deu detalhes do quadro, apenas explicou que ele foi submetido a exames. Informações dão conta de que a situação é grave. Na sessão do Pleno de terça-feira (3), Ranna já estava de licença-médica.

 Melhor que Neymar
Caminhando pela avenida Beira-Mar no sentido Prefeitura de Vitória-Centro, o Secretário Coringa do PH, Valdir Klug, ostenta excelente forma física.. Está fininho, de fazer inveja ao Neymar. Só que Valdir sabe cair e nunca perde lugar no time. Valdir disse que faz caminhada do centro até Jardim da Penha, todos os dias. Eu acreditei!!!

Cabide do PA
Como já passou pelo plenário, a autorização para a contratação de cinco assistentes médicos no famoso “Cabide do PA” da Assembléia Legislativa do Espírito Santo – ALES -, nada pode ser mais feito. Ou seja, basta agora, aumentar o número de doentes na Casa de Leis estadual. Como lá não tem tanto pacientes assim, tem um plano B,  que é o de fazer  distribuição de senhas de Consultas nos estacionamentos de ônibus em frente a casa de leis para o povão. Vai render votos… Tem gente achando que é melhor colocar um atendimento psiquiátrico no PA, que vai faltar fichas.

Capeta em forma de gente
Uma mulher deverá apagar em até 72 horas todas as postagens feitas contra uma moradora do município de Fundão, na Grande Vitória, que foi alvo de mensagens ofensivas por parte da ré, que deve ainda se abster de efetuar qualquer postagem contra a autora da ação, em redes sociais e nos meios de comunicação. Em caso de descumprimento da determinação judicial, a requerida sofrerá multa de R$ 100,00 por dia até um máximo de R$ 2 mil. Segundo a autora da ação, após realizar postagem inofensiva e sem cunho pejorativo em relação a um vereador, se viu alvo de mensagens ofensivas por parte da requerida, tais como “vou procurar essa peste nem se for no inferno, mas vou achar” e “ela é um capeta em forma de gente”.

Dinheiro Rural publicou que 2007 foi ‘o ano dos grandes negócios’
A revista de fevereiro de 2008, fez um relato do que havia acontecido no ano anterior. Megaoperações financeiras, aberturas de capital em bolsa e chegada de estrangeiros começaram a mudar a face do campo no Brasil – e para melhor. Dinheiro Rural destacou naquela edição da revista que: 2007 entrará para a história como o ano em que o agronegócio brasileiro esteve na vanguarda das grandes transações financeiras. Foram negócios permeados por cifras inéditas no mercado nacional e, mais do que tudo, com a entrada de novos personagens como bancos de investimento internacionais e megacorporações estrangeiras, como a gigante alemã do açúcar Sudszucker.

Nas contas de uma grande empresa estrangeira de consultoria naquele ano o setor sucroalcooleiro teve 27 grandes negócios, três vezes mais do que o ano passado, e que teve na mesma proporção três vezes mais investidores estrangeiros aportando seu dinheiro no Brasil.

Mais conservador, o grupo Odebrecht lançou a sua empresa no setor de etanol, a ETH Bioenergia já fazendo uma série de aquisições com os R$ 5 bilhões que tinha em caixa para gastar – 40% em capital próprio e o restante tomados de outras fontes. Queria chegar, em no máximo seis anos, ao grupo das três maiores empresas do setor.

Enquanto várias empresas ameaçavam comprar, o empresário Sérgio Thompson-Flores, do grupo Infinity Bio-Energia, grupo fartamente alimentado por vários fundos estrangeiros, não perdeu tempo e pôs a mão na carteira. O ex-diplomata carioca na ocasião, segundo a revista, já havia desembolsado mais de R$ 1 bilhão na compra de usinas em 2007 e dizia que não ia parar por alí.

O objetivo era simples, segundo Flores. “Tornar a Infinity uma das maiores produtoras globais de etanol. O que prova que 2008 terá animação e negócios de sobra no setor”. Só que não! Deu tudo errado e o Infinity faliu quando dava os primeiros passos. (Revista Dinheiro Rural Edição nº 159).

Como Joesley virou líder global da carne
O ano de 2007 também poderá ser lembrado como aquele que saiu das lavouras para os pastos. Foi o ano em que a carne brasileira conquistou o mundo. Isso graças à agressiva estratégia de crescimento do Grupo JBS, controlador do frigorífico Friboi. Em março daquele ano a empresa fez sua oferta de ações na bolsa de valores e levantou R$ 1,5 bilhão. Com dinheiro em caixa e uma entrada de US$ 400 milhões, adquiriu a americana Swift por US$ 1,4 bilhão. Com a tacada, o frigorífico nascido como um açougue em Goiás se transformou na maior empresa de carnes bovinas do mundo, com um faturamento global de R$ 25 bilhões.

O grupo JBS passou a abater 47 mil cabeças de boi por dia. Entraram na negociação oito abatedouros nos Estados Unidos e quatro na Austrália. Com isso, a empresa passou a ter acesso aos principais mercados do mundo. Considerando dados consolidados da época, o Friboi registrou em 2006 um faturamento de US$ 1,9 bilhão ante US$ 9,6 bilhões da Swifit.

A transação foi possível porque o endividamento da americana era alto: US$ 1,163 bilhão. Isso corresponde a cinco vezes seu indicador ebtida, que é o lucro antes da depreciação de impostos, amortizações e depreciações. A receita para colocar a ex-concorrente nos trilhos é conhecida: redução de custos.

Dasdô
Homem será indenizado depois que seu número de telefone profissional foi divulgado erroneamente em anúncio de jornal sobre serviço de “acompanhante”. A decisão é da 2ª câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina-TJSC, que considerou que a publicação foi negligente ao vincular o número de telefone do autor ao serviço de prostituição.

Além dos limites
Em Minas Gerais, um colégio particular terá de indenizar um estudante por comentários desabonadores no perfil do aluno no Facebook. A publicação foi em resposta a uma postagem em que o aluno dizia que a escola é uma “bagunça”. A instituição respondeu que ele tinha grandes chances de reprovação e preferia se omitir de suas responsabilidades.

Efeitos colaterais
Oi deve indenizar um hotel por danos morais e materiais por problemas nos telefones e na internet ocorridos durante a Copa do Mundo, no Brasil. Decisão é da 17ª câmara Cível do TJ/RS.

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