Por Paulo Cesar Dutra

Se existem apenas 10 vagas para a Câmara Federal e lá já temos dez deputados que vão ser candidatos à reeleição, a briga eleitoral este ano vai ser “briga de cachorro grande”. E não é à toa que o deputado estadual Bruno Lamas (PSB) está sendo preparado para se filiar no Rede, através do prefeito da Serra, Audifax Barcelos, e ter cacife para brigar por uma das vagas. Na última eleição Lamas  recebeu 19.809 votos sendo eleito deputado estadual.

Bruno entendeu que, se ficar no PSB não terá espaço na chapa do partido que já conta com Paulo Foleto no mandato e a provável filiação do deputado estadual Josias da Vitória. Já especialistas de plantão acreditam que este ano cada vaga na Câmara Federal será disputada por candidatos poderosos. Por isto está sendo chamada de “briga de cachorro grande”.

Num passado não muito distante
Em 2003, quando Lula era presidente, a intervenção Federal no Estado do Rio de Janeiro foi amplamente debatida. O ministro-chefe da segurança institucional da época, general Jorge Armando Félix, preparou o plano, mas Lula preferiu agir de maneira menos drástica. O motivo: o impedimento do Congresso Nacional de aprovar as Propostas de Emendas Constitucionais – PECs.

Pingos nos is
Diretor-Geral da Polícia Federal – PF -, Fernando Segovia, em encontro com o ministro do Supremo Tribunal Federal – STF -, Luís Roberto Barroso, ajoelhou no milho e negou as declarações publicadas na Reuters de que teria sinalizado o arquivamento do inquérito do Presidente da República, Michel Temer sobre irregularidades no decreto dos Portos. Segovia alegou que suas declarações “foram distorcidas e mal interpretadas”.

Irmãos Batista
Em nota divulgada pelos irmãos Batista, na segunda (19), eles disseram que é mentirosa a informação de que estariam negociando delação envolvendo membros do Judiciário. A informação veio após o colunista d’O Globo, Lauro Jardim, afirmar que os irmãos estariam tentando ampliar seus acordos porque poderiam entregar “podres do Judiciário”.

Gaudêncio Torquato tem razão
Quando escreveu, recentemente, que  “…os climas político-eleitorais puxam bordões, refrãos, chavões e abordagens, todos centrados na ideia de dar respostas satisfatórias às demandas sociais. Bengala de apoio a candidatos e partidos, as receitas procuram chamar a atenção dos eleitores, razão pela qual se esforçam para apresentar um diferencial na expressão. São frequentes, no desfile dos modismos, formas extravagantes de apresentação, trejeitos, esquisitices e coisas obtusas. Costuma-se designar esse território de dandismo, significando o “prazer de espantar”. Dândis praticam a arte de surpreender.  O mestre Baudelaire dizia: “creio que existe na ação política certa dose de provocação, por ser preciso suscitar uma reação”. Os dândis querem provocar, criar impacto. E, não raro, caem no exagero, fazendo da estética sua ação política…”

Ele tem razão!

Partigo Gay Valorizado
O presidente provisório do Partido Gay Valorizado-PGV -, Edson Ricardo está todo eufórico, porque seu telefone celular (27) 99831.4372 não pára de tocar. Centenas de pessoas estão querendo se filiar no PGV. Edson disse que se conseguir registrar o partido, em tempo, será candidato a governador no Espírito Santo. Só não divulgou ainda como será o slogan da sua campanha.

Rose x PH
Haverá ou não convenção regional do MDB no Espírito Santo este ano para escolher quem será o candidato a governador do partido? Rose de Freitas já colocou o pé na porta e anunciou que é pré-candidata a governadora. Paulo Hartung, segundo Lelo Coimbra, vai disputar a reeleição… então vai ter convenção! Como ainda faltam muitos dias para as eleições, muita água vai passar por debaixo da ponte.

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