2018 está começando. É hora de fazer projetos. Vou compartilhar um para profissionais de todas as áreas do conhecimento, tanto de exatas, como engenheiros, como de biológicas, como ambientalistas, como de humanidades, historiadores e artistas plásticos. Não é inédito, mas tem tantas possibilidades…

Chama-se Faróis do Brasil. E pode ser lido inicialmente no seu sentido literal, ou seja, como um levantamento fotográfico, arquitetônico, poético ou histórico de dessas estruturas elevadas que servem como segurança e guia para pescadores e todo tipo de embarcação, da mais simples às mais sofisticadas.

Mas há outros olhares possíveis para os faróis. Podem ser entendidos como luminares, pessoas a nos orientar em momentos de bonança ou de crise. Ou podem ser ideias, conceitos ou valores a nos embalar em direção a um porto existencial mais seguro – e ainda existe o caminho de que eles sejam tão somente perguntas fundamentais a nos incomodar.

Acima de tudo, os faróis precisam ter a função de nos motivar. Podem ser do passado, recuperáveis pela arqueologia; do presente, observáveis em viagens; ou do futuro, os mais difíceis de encontrar na nossa sociedade complexa e multiconectada. Vou começar 2018 procurando meus faróis. Já escolheu os seus?

Oscar D’Ambrosio é Doutor em Educação, Arte e História da Cultura e Mestre em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da Unesp, onde atua na Assessoria de Comunicação e Imprensa.

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