25 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Polícia apura possível agressão contra bebê de 5 meses na Grande Vitória

Uma menina de cinco meses foi levada ao hospital nessa terça-feira (24) com diversos hematomas e arranhões. Segundo a Polícia Militar, há suspeita de agressão. O caso aconteceu na Serra e está sendo investigado.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, policiais foram acionados para o Hospital Materno Infantil da Serra, no bairro José de Anchieta, após a entrada de uma bebê que, segundo relato inicial, poderia ter sido vítima de agressão.

No hospital, os militares conversaram com a mãe da criança. Ela contou que saiu de casa acompanhada da irmã e deixou a filha sob os cuidados do padrasto. Segundo a mulher, ela ficou fora por cerca de uma hora e meia, mas não soube informar com precisão o horário de saída e retorno.

Ao voltar para casa, percebeu que o rosto da bebê estava inchado. Ao questionar o companheiro sobre o que teria acontecido, ele inicialmente não respondeu e, depois, disse que havia dado banho na criança e a colocado no berço, afirmando que ela teria caído.

Preocupada com a situação, a mãe decidiu levar a filha ao hospital.

Ainda segundo a Polícia Militar, durante o atendimento da ocorrência, os agentes foram informados de que o homem teria ido até a unidade de saúde, mas deixou o local ao perceber a presença policial. Ele não foi encontrado nas buscas feitas na região naquele momento.

Mais tarde, enquanto o registro da ocorrência era finalizado na 3ª Delegacia Regional, o homem se apresentou espontaneamente. Em depoimento, ele manteve a versão de que deu banho na bebê e a amamentou, enquanto preparava comida na cozinha. Disse que deixou a criança sobre a cama e, ao retornar ao quarto após verificar o alimento, encontrou a menina caída no chão.

A bebê foi transferida para o Hospital Infantil de Vitória, onde passou por atendimento especializado e exames nesta quarta-feira (25).

Em nota, a Polícia Civil informou que o padrasto foi ouvido e liberado, “já que a autoridade policial não identificou elementos suficientes para realizar a prisão em flagrante naquele momento”.

A mulher, de 21 anos, requereu medida protetiva de urgência (MPU) em desfavor do suspeito. O caso seguirá sob investigação da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

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