Ep. 208 – Etarismo é desrespeitar gerações e histórias

A população brasileira está envelhecendo e no Espírito Santo não é diferente. Segundo dados do Instituto Jones dos Santos Neves o estado é o sexto colocado em no índice de envelhecimento no ranking entre as Unidades Federativas (UFs), apresentando o percentual de 58,12%, acima da média do Brasil (55,24%).

Com base em análises dos Censos de 2000, 2010 e 2022, o estudo apresenta uma tendência de inversão da pirâmide etária. No ano 2000, por exemplo, havia no Espírito Santo 1.736 homens e 2.960 mulheres com 90 anos ou mais. Em 2022, esses números chegaram a 5.274 homens e 10.436 mulheres com 90 anos ou mais.

Além disso, o avanço da prevenção e tratamentos médicos faz com que a vida produtiva da população mais velha seja ampliada, e a sociedade deve aprender a conviver com isso. Mas, infelizmente não é o que se pode observar na prática. Tanto nas empresas, como nas universidades e no universo social, em geral, o que vemos é uma diminuição e invisibilidade quando se trata de rugas e cabelos brancos. É o chamado etarismo, preconceito ou discriminação por idade.

Convidamos dois profissionais para debater o assunto: a advogada especialista em Direito da Família, Gabriela Kuster, e o doutor Gustavo Genelhu, médico geriatra, que versa sobre longevidade agregada à qualidade de vida.

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