O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), recebeu, no final da manhã desta segunda-feira (04), a carga proveniente da China com 52.800 mil testes PCR, que haviam sido adquiridos no início do mês de abril. Os testes serão encaminhados ao Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES) para a realização de testagens do novo coronavírus (Covid-19). Com a chegada da nova carga, o laboratório conta com mais de 90 mil testes disponíveis.
Os testes deveriam ter chegado no dia 13 de abril, mas isso não aconteceu. “Por alguma razão, esses testes não vieram, foram desviados. O fornecedor deve nos entregar na próxima semana. Mas o Ministério da Saúde tem nos fornecido em torno de 800 testes por semana”, disse o governador Renato Casagrande.
De acordo com o subsecretário de Estado de Administração e Financiamento de Atenção à Saúde, Rafael Grossi, o Estado contou com o apoio de uma empresa, que realizou o traslado para a elaboração de uma nova rota para retirada da carga do país de origem. “Executamos uma rota nova para que evitássemos quaisquer espécies de confisco devido à importância do material diante do cenário mundial”, disse.
A carga saiu da China no dia 26 de abril, a caminho de Hong Kong, uma opção devido à superlotação dos aeroportos chineses e reprogramações de voos que estavam acontecendo no país. De Hong Kong, a carga passou por Amsterdã, na Holanda, até chegar ao Brasil, com desembarque em Guarulhos (São Paulo), na última quinta-feira (30).
Devido à limitação nos voos com destino à Vitória, os testes foram escoltados até o Estado via transporte terrestre. Nesta segunda-feira, a carga recebeu liberação por parte da Receita Federal e será encaminhada ao Lacen/ES.
Toda a operação logística foi realizada pelo Governo do Estado e três empresas capixabas. A Medlog Consultoria e Logistica Aduaneira, com a liberação da carga na China e no Brasil; a Radar Logistics, pelo transporte aéreo da mercadoria até o Brasil e, a Sgaria, uma das responsáveis pela compra.










Qual o custo “per capta” desse exame para o cidadão, ou seja quanto vai sair do cofre público por pessoa?
A não pontualidade na entrega deixou quantos concidadãos capixabas sem diagnóstico e os conduziram ao sepulcro sem tratamento que era esperado e garantido por leis?
Estão verificando o desvio dessa carga, quem são os responsáveis, serão responsabilizados?
Morreram a maioria proporcional dos cidadãos da nobreza, porque os da pobreza estão morrendo sem o teste.
Aliás os 52.800 testes não atende a população como se espera, uma vez que 70% serão acometido pelo COVID-19, segundo as autoridades, e dai?
Quero dizer que acredito no governador Casa Grande, mas, sua gestão em relação a essa pandemia precisa conjugar, eficácia & eficiência na prática.
Tiago 4:17 “Portanto, comete pecado a pessoa que sabe fazer o bem e não faz”. (BLH)
Tarcísio Ribeiro, 4º período – Jornalismo – UFES – Matrícula 2018206973. .