Por Jorge Buery*
O Rio Branco SAF estreou com derrota na Série D do Campeonato Brasileiro neste sábado (19). O time capixaba perdeu por 2 a 0 para o Maricá, na cidade de mesmo nome, no Rio de Janeiro. No próximo sábado (26) a equipe voltar a jogar, recebendo o Boa Vista, em Cachoeiro de Itapemirim, quando tentará a reabilitação.
O time alvinegro entrou em campo com novidades no ataque, formado por Braga e Jacó, que eram reservas no Capixabão. Estrearam os reforços Diego Guerra, Carlinhos e Nenê Bonilha, iniciando a partida, enquanto Vitor Leque e Marcos Júnior ficaram no banco.
Logo a um minuto, o Rio Branco chegou com perigo com Braga. Mas, na sequência, no primeiro chute a gol, o Maricá abriu o placar, com Café, ex-atacante capa-preta que era chamado de Rafael Lucas, chutando no canto de Neguete, aos 2 minutos: 1×0.
O Rio Branco quase empata aos 9 minutos, com Nenê Bonilha cruzando na área e Théo Krügger cabeceando sozinho, para fora. A sequência do jogo mostrou o time capixaba com posse de bola, tentando criar espaços para finalizar, e o Maricá administrando a vantagem.
O capa-preta teve bom momento aos 27 minutos, quando Bruno Silva deu o passe para Jacó na área, mas o goleiro Dida se antecipou para interceptar. O time da casa apareceu bem aos 35, com Café dando o passe e Ceará chutando por cima. Em seguida, Júnior Dindê arriscou e levou perigo à meta adversária, aos 36 minutos.
Segundo tempo
Na etapa final, o Rio Branco retornou com João Paulo em lugar de Théo Krügger, e Vitor Leque na vaga de Braga. Mas a tentativa do empate acabou não acontecendo, pois o Maricá ampliou para 2 a 0, com Klisman, após cruzamento de Café, logo aos 4 minutos.
O mesmo Café levou perigo aos 11 minutos, mas finalizou mal. Em seguida, Jacó cabeceou errado, o goleiro Dida rebateu e Carlinhos também desperdiçou para o Rio Branco. O capa-preta fez mais mudanças, entrando Diego Fernandes no ataque e Emerson Martins no meio de campo.
Aos 16 minutos, Vitor Leque cruzou e Diego Fernandes quase diminui, mas a zaga interceptou. Na sequência, o Rio Branco fez outra alteração, com Ricardinho em lugar de Nenê Bonilha. Aos 25 minutos, Diego Fernandes criou boa chance, mas Dida salvou. A resposta do Maricá veio na sequência, mas Neguete impediu a tentativa de Bruninho.
Numa cobrança de falta João Paulo assustou o goleiro Dida, mas a bola saiu, aos 33 minutos. O Rio Branco ainda tentava diminuir, mas não tinha competência para conseguir finalizações e acabou amargando a derrota na estreia.
Escalações
Maricá
Dida; Magno Nunes, Vitor Pereira, João Victor e Rafael Carioca; Cleiton (Vinícios), Matheus Lira e Hugo Borges (Marcelo); Café (Bruninho) Jefferson Tavares (Sérgio) e Ceará (Klisman).
Rio Branco SAF
Neguete; Cayo Tenório, Mateus Castelo, Diego Guerra e Théo Krügger (João Paulo); Júnior Dindê (Emerson Martins), Carlinhos, Bruno Silva e Nenê Bonilha (Ricardinho); Braga (Vitor Leque) e Jacó (Diego Fernandes).
O árbitro foi Fernando Henrique de Medeiros, de Santa Catarina, auxiliado por Lucas Castro dos Santos e Thiago Filemon Suárez Pinto; quarto árbitro, Alain Trindade da Silva, e analista de campo, Wendel De Paiva Gouveia, todos do Rio de Janeiro.











