A cada nova informação sobre a filha, o coração bate mais forte. Raquel Braga, mãe da jovem Layla Pereira de Paula, de 19 anos, que se afogou em 24 de novembro de 2024, na Praia de Itaparica, em Vila Velha, tem esperanças de encontrar a filha depois de quase dois meses.
Na ocasião do incidente, a família de Layla acampou na Praia de Itaparica por 15 dias. “Nós ficamos lá na esperança de que o corpo dela aparecesse. A gente sempre teve a teoria de que pudesse estar agarrado em pedras e pudesse voltar à superfície, mas nada”, lamentou.
Segundo Raquel Braga, no dia do afogamento, a filha estava com uma amiga e mais outra pessoa, ainda não identificada, quando acabou por cair na água e desapareceu.

À época do fato, a equipe do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES) esteve na praia e informou que realizou buscas desde o dia em que foi comunicado sobre o afogamento, encerrando as buscas no último dia 27 de novembro.
“No primeiro dia de buscas, o mar estava muito agitado e as informações sobre o local de afogamento eram imprecisas, o que dificultou a atuação das equipes. No decorrer da semana, foram utilizados drone para visualização aérea, moto aquática para buscas no mar e quadriciclo, para ampliar o raio de visualização por terra. Também houve apoio de embarcação da equipe de guarda-vidas de Vila Velha”, disse a mãe.
Esperança de encontrar corpo da filha
Lual de despedida
No dia 07 de dezembro de 2024, a família de Layla realizou um lual como forma de homenagear e se despedir da jovem. A despedida foi simbólica e reuniu a família e os amigos.









