Na tarde desta terça-feira (28), a Receita Federal do Brasil, por meio da equipe de repressão da Alfândega do Porto de Vitória (ALF/VIT) e do Centro Nacional de Cães de Faro (CNK9-RFB), apreendeu 2,7 kg de cocaína negra na bagagem de uma passageira estrangeira, no aeroporto de Vitória/ES.
A droga estava oculta na mala de mão da passageira, que tentava embarcar em um voo para São Paulo, mas seu destino final aparentemente era a Índia. O entorpecente foi entregue à Polícia Federal e a passageira foi presa em flagrante e poderá responder pelo crime de tráfico internacional de drogas.
A suspeita foi oriunda do trabalho de inteligência da Receita Federal, por meio de pesquisas de análise de risco, de entrevista com a passageira e da utilização do raio-x do aeroporto, que apontou alta densidade nas extremidades da mala. A droga estava muito bem embalada e oculta na bagagem. Apesar disso, o entorpecente foi encontrado e detectado pelo cão de faro da ALF/VIT. Para confirmação, foi feito o narcoteste no local, que apontou coloração azul, típica de cocaína.
A cocaína negra é uma droga rara e de valor muito superior a cocaína branca. Estima-se que um kg do entorpecente vale cerca de R$ 230 mil no mercado brasileiro, enquanto a do tipo branca vale por volta de R$ 25 mil.
Acredita-se que os fabricantes da droga utilizam produtos químicos para alterar a coloração e características dela, com o objetivo de dificultar as apreensões pelas autoridades aduaneiras. Apesar de tudo isso, o trabalho da Receita Federal do Brasil em Vitória foi certeiro e com resultado positivo.









