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22 de julho de 2024
segunda-feira, 22 de julho de 2024

Corpus Christi: saiba a história do feriado religioso

Terceira data das mais importantes para os religiosos católicos – seguido da Páscoa e Natal – as festa de Corpus Christi ou a solenidade em honra ao Corpo de Cristo. O evento que foi oficializado em 1264 pelo Papa Urbano IV, acontece na quinta-feira após a oitava de Pentecostes, mais precisamente depois da festa da Santíssima Trindade.

Segundo conta a história, Deus teria revelado a uma jovem – que depois foi considerada santa – Juliana de Cornillon, em 1258, o desejo que os religiosos do mundo inteiro dedicassem um dia para festejar Corpus Domini.

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A Santa Juliana ficou órfã aos cinco anos e foi criada por freira, na Bélgica. Sua visão aos 16 anos da lua vazia, o que interpretou-se se a Igreja com o vazio do corpo de Cristo.

“Foi precisamente o Bispo de Liége, Dom Roberto de Thourotte, que, após hesitações iniciais, aceitou a proposta de Juliana e das suas companheiras, e instituiu, pela primeira vez, a solenidade do Corpus Christi na sua diocese, precisamente na paróquia de Sainte Martin. Mais tarde, também outros bispos o imitaram, estabelecendo a mesma festa nos territórios confiados aos seus cuidados pastorais. Depois, tornou-se festa nacional da Bélgica”, explicou Padre Elenildo Pereira, membro da Comunidade Canção Nova.

Sendo que, a festa mundial de Corpus Christi foi decretada oficialmente somente em 1264, seis anos após a morte de irmã Juliana, em 1258, com 66 anos.

“Nessa festa renovamos a surpresa e a alegria pelo maravilhoso dom do Senhor que é a Eucaristia. O nosso “Amém” tantas vezes pronunciado nas celebrações deve expressar nossa gratidão ao Corpo de Cristo “para que o dinamismo de seu amor transforme a nossa vida em oferta pura e santa a Deus e para o bem de todos aqueles que encontramos no nosso caminho”, sintetiza o Papa Francisco. E quanto recebemos na comunhão o Corpo de Cristo e dissermos “Amém” que ele seja dito de maneira consciente, não mecânica, como concordância na força que recebemos para viver e partilhamos como pão de justiça e solidariedade”, afirmou o historiador membro da Arquidiocese de Vitória, Edebrande Cavalieri.

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