A primeira convenção partidária do ano será a do MDB, que acontece sábado (28) na sede estadual da sigla em Vitória. O MDB-ES é presidido pelo vice-governador, Ricardo Ferraço, que deverá ser mantido no comando. No geral discussão sobre organizações dos diretórios, no centro das atenções, no entanto, tudo o que poderá impactar as eleições 2026 – cujo Ricardo é pré-candidato a governador. Um convidado para fazer parte disso é o deputado estadual Sergio Menguelli (Republicanos).
No evento outros nomes e definições poderão surgir. Tudo indica que no pleito de outubro o MDB-ES só deve ter candidato a governador, senador e estadual.
Lideranças emedebistas convidaram Meneguelli para se filiar à sigla e concorrer ao Senado. Desta forma, rifariam os nomes de Euclério Sampaio – prefeito de Cariacica – e Rose de Freitas. O deputado não atendeu às ligação da reportagem de ES Hoje, mas a assessoria confirmou o convite, mas que “ele segue aguardando a janela partidária para tomar sua decisão”.
O deputado estadual eleito com a maior votação do Espírito Santo, Sergio Meneguelli, vem sendo cortejado por grande parte dos partidos no Espírito Santo. Os mais de 138,5 mil votos que o levaram para o mandato na Assembleia Legislativa em 2022 o credenciam para disputar a reeleição, deputado federal e até ao Senado – o que sempre foi o desejo de Menguelli.
Vereador por quatro mandatos e ex-prefeito de Colatina, ele está filiado ao Republicanos, partido que puxou seu tapete há 4 anos “cozinhando-o” para na última hora não ter outra alternativa, senão concorrer a estadual. O fato até hoje não foi digerido pelo parlamentar, mas o Republicanos tenta mantê-lo entre os quadros.
Desde 2024, no entanto, Serginho, como também é conhecido politicamente, vem se alinhando ao PSD, cujo presidente é prefeito de Colatina, Renzo Vasconcellos. Entre os quadros do partido está o ex-governador, Paulo Hartung.
O que se comenta no mercado político é que, apesar de ser um grande puxador de votos, Meneguelli tem contra a independência. Para disputar o Senado isso é um problema porque, uma vez eleito, pode se desfiliar sem perder o mandato. Já como deputado – federal ou estadual – tem que seguir filiado ou ter autorização da sigla para sair. Fato é que, Sergio Meneguelli só precisa de um partido para concorrer, independentemente do tamanho.









