Leandro Mazzini
Leandro Mazzini
Leandro Mazzini é jornalista há 30 anos, formado na FACHA-Rio e pós-graduado em Ciência Política na UnB (Brasília). Foi colunista do JB, Gazeta Mercantil, UOL, iG, Isto É e comentarista da Rede Vida de Televisão e Band TV Rio. Edita a Coluna Esplanada com equipes de Brasília, Rio e SP.
A opinião dos colunistas é de inteira responsabilidade de cada um deles e não reflete a posição de ES Hoje

Vendido na História

Principais aliados de Flávio Bolsonaro em três dos grandes colégios eleitorais do Brasil, os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Cleitinho Azevedo (MG) e Ronaldo Caiado (GO) não ajudaram o presidenciável na transferência de votos no 2º turno. Flávio foi rifado. Pelo comparativo dos votos nestes Estados, Lula avançou muito mais que o bolsonarista. Em goiás, Flávio ganhou 294 mil votos do 1º para o 2º turno, e Lula saltou para 397 mil votos a mais. Em Minas, Flávio ganhou mais 464 mil votos entre os turnos, e o petista cresceu estupendos 1,16 milhão de votos. Em São Paulo, Flávio conquistou mais 1,21 milhão de votos, e Lula conseguiu mais 2,61 milhões. A constatação no staff de Flávio até hoje é que os governadores não se esforçaram tanto quanto ele esperava, apareceram para fotos e o deixaram sozinho na corrida.

Cada um por si

Outra aposta dos bolsonaristas – a ala que aceita o resultado das urnas, que é a maioria – é que o eleitor do Lula que não apareceu no 1º turno seguiu em peso para as seções no 2º. O que apontam entre portas é que os governadores já com a vida resolvida liberaram a militância para voto, em vez de puxar para Flávio.

Corre, menino!

No dia que o Senado votou a PEC da Segurança (mas sem debater redução da maioridade), um agente federal, segurança do deputado Marcelo Freixo (PT-RJ), teve o celular roubado na mão grande por um moleque na Zona Sul, perto da residência do parlamentar. O menino soltou o aparelho no chão ao ouvir estampidos de tiros (para cima) dos dois agentes, segundo testemunhas.

Calma, mercado

O presidente Lula da Silva deve fazer um pronunciamento até domingo para informar que vai se virar para manter o saldo no azul, na linguagem mais popular. Embora o discurso aponte para tranquilizar o mercado. Sem citar, evidentemente, que houve estelionato eleitoral em muitas promessas sociais com dinheiro que não existe.

Eita, Marina!

No final de um discurso ontem, a deputada Marina Silva o encerrou homenageando os eleitores que votaram em Lula da Silva “com a seguinte quadrilha. Digo, quadrinha”. O susto foi grande entre os presentes. Mas passou. Mas há quem acredite mesmo nisso. E não são poucos.

Elas na OAB

Quatro mulheres devem disputar a presidência da seccional OAB em Minas Gerais a partir da campanha, cujo marco inicial é a Conferência Mineira de Advocacia iniciada ontem. Em quase 100 anos de História essa é a 1ª vez que uma mulher pode chegar ao comando da OAB no Estado. As candidatas são as advogadas Ângela Botelho, Carla Silene, Helena Delamônica e Luciana Nepumoceno.

Energia do futuro

O potencial de investimentos na produção de biogás e biometano a partir resíduos do saneamento da agroindústria e do setor sucroenergético no Nordeste serão temas da 7ª edição do Circuito Biogás nos Estados. Promovido pela ABiogás e apoio da POLI/UPE, o encontro gratuito acontece hoje. Josiani Napolitano, presidente da entidade, destaca a urgência em conectar produtores, investidores e consumidores para destravar projetos.

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Leandro Mazzini é jornalista há 30 anos, formado na FACHA-Rio e pós-graduado em Ciência Política na UnB (Brasília). Foi colunista do JB, Gazeta Mercantil, UOL, iG, Isto É e comentarista da Rede Vida de Televisão e Band TV Rio. Edita a Coluna Esplanada com equipes de Brasília, Rio e SP.

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