O futuro do galpão passa pelas mãos das paneleiras. Após anos de projetos, artesãs participam de estudo que redesenha espaço sem apagar tradição centenária de um dos símbolos culturais do Espírito Santo.
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Uma pia instalada para facilitar o trabalho tornou-se inutilizável logo na primeira semana. A tubulação não suportou os resíduos do barro e entupiu. Desde então, artesãs precisam carregar baldes de água até os boxes. Do lado de fora, a queima das tradicionais panelas de Goiabeiras continua sob sol ou chuva.
Problemas básicos na rotina de quem mantém vivo um ofício com mais de quatro séculos de história.
Foi a percepção de que soluções arquitetônicas pouco adiantariam sem compreender o trabalho das paneleiras que orientou o estudo Raízes do Galpão – Cultura e Reabilitação Urbana. Desenvolvida pelo curso de Arquitetura e Urbanismo da Faesa, em parceria com a Prefeitura de Vitória e a CDTIV, a proposta servirá de base para a futura revitalização do Galpão das Paneleiras.










