Orgulho de envelhecer e resistir no Espírito Santo. Quem viveu as décadas de 1970 e 1980 enfrentou ditadura militar, classificação de “homossexualidade” como doença e a epidemia de HIV/Aids.
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Mais do que sobreviver ao preconceito, essa geração ajudou a transformar a sociedade. O orgulho que hoje ocupa ruas, escolas, universidades e espaços públicos também foi construído por quem passou boa parte da vida escondendo sentimentos, enfrentando violência e insistindo em existir quando o simples ato de ser já era visto como afronta.










