Historicamente, o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) já figurou entre os mais morosos do Brasil em alguns rankings, mas dados mais recentes apontam para uma melhora significativa no seu desempenho. Visando avançar ainda mais, agilizar os julgamentos de processos judiciais para a redução do acervo e o tempo de espera foram os focos centrais da reunião da Presidência do Tribunal de Justiça do ES (TJES) com os juízes auxiliares que compõem o NAPES – Núcleo de Aceleração de Processos.
A Presidente do TJES, desembargadora Janete Vargas Simões, o vice-presidente Fernando Zardini e o secretário-geral, juiz Anselmo Laranja, definiram os principais desafios do núcleo em uma reunião híbrida que teve a participação online de juízes das comarcas do interior do Estado e com a presença do Juiz Marcelo Bressan, Coordenador do NAPES.
Atualmente o NAPES é composto por várias células, cada uma coordenada por um juiz e uma equipe de dezenas colaboradores, incluindo assessores e residentes jurídicos. A ordem é dar foco total no julgamento dos processos para diminuir o acervo e também auxiliar as secretarias inteligentes, absorvendo parte do trabalho e distribuindo-o entre suas unidades.
Em relatórios passados, como em 2014, o TJES chegou a ser apontado como o terceiro tribunal mais lento do país, com alta taxa de congestionamento. Em 2020, uma notícia indicava que era o pior em processo digital entre os estaduais. Relatórios de 2024 e 2025 indicam que o TJES atingiu seu melhor desempenho em rankings de transparência e eficiência, superando metas do CNJ e conquistando o Selo Prata do Prêmio CNJ de Qualidade.











