Por Paulo César Dutra

O discurso do ex-prefeito da Serra, o deputado federal Sérgio Vidigal (PDT) foi de um candidato a vice-governador na chapa do Governo do Estado nas eleições de 2018. Nas suas palavras ele enalteceu o governador Paulo Hartung (MDB) como o melhor administrador da história do Espírito Santo. Acrescentou que vai aproximar o presidente nacional do PDT, Luiz Carlos Lupi ao Palácio Anchieta e negociar aliança com o pré-candidato natural do partido a presidente da República, Ciro Gomes.

Caso ele seja definido o vice-governador da chapa governista, Vidigal disse que sua meta é eleger sua mulher Suely Vidigal deputada federal. Como as conversas de bastidores mudam como as águas que passam por debaixo da ponte, é melhor a gente esperar, o que vai dar! Porque com as chuvas que caem nas terras capixabas nos últimos meses, muita água vai passar por debaixo da ponte.

Recentemente o próprio governador Paulo Hartung declarou para a imprensa o nome de Vidigal como um dos políticos com status de governador.

Governo cumpriu

Uma simples matéria de jornal mudou a situação do panorama do PRB no Espírito Santo, em decisão relâmpago no Governo do Estado. Até a última sexta-feira, dia 4, os governistas acolhidos no PRB (a pedido do governador Paulo Hartung), Roberto Carneiro, Érick Musso, Rodney Miranda e o Amaro Neto corriam o risco de serem riscados da ata da Convenção do partido em julho próximo. Agora mudou tudo. O PRB reabriu as portas para os acolhidos, garantindo as eleições deles este ano.

Barbosa é pressionado

O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), disse que o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa “precisa se apresentar”, pois “o povo não vai eleger um presidente sem conhecer suas idéias”. O PSB ainda aguarda a definição de Barbosa, que se filiou ao partido e poderá ser o candidato da legenda na disputa pelo Palácio do Planalto. Herdeiro político de Eduardo Campos, o governador pernambucano tenta atrair o PT para uma aliança em torno de sua futura candidatura à reeleição. Segundo ele, os projetos regionais do PSB não impedem uma candidatura própria à Presidência da República. Câmara concedeu entrevista na última sexta-feira (4) em um hotel da região sul de São Paulo.

Lula fica

A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou no último sábado (5), que o PT vai manter Luiz Inácio Lula da Silva como o nome do partido nas eleições presidenciais de outubro mesmo se ele não puder ser candidato. A petista também disse que este “não é o momento” de apoiar outra legenda na eleição, mas sim de defender a candidatura de Lula sem pensar em “plano B”. “O PT não vai tirar o Lula, nem oferecer outro candidato. Vamos manter. Nós não retiraremos o Lula das eleições. Ele participará como referência (…), resta saber se vai participar como candidato”, disse Dilma, durante palestra em Londres, no Brazil Forum UK, evento organizado por estudantes brasileiros de universidades britânicas.

Cadastro Positivo

O plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (8) o chamado Cadastro Positivo, Projeto de Lei Complementar (PLP 441/17), de origem do Senado. Ele permite que instituições financeiras incluam informações no sistema sem autorização específica dos clientes. O banco de dados deve substituir o cadastro que já existe, mas, por ser optativo, não funciona na prática. Atualmente, o sistema reúne seis milhões de consumidores.

Segundo o relator da medida na Câmara, deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), a perspectiva da proposta é incluir 100 milhões de consumidores no Cadastro Positivo.

Segundo ele, a expectativa da proposta é tornar o crédito mais barato no país e estimular a educação financeira de consumidores brasileiros.

Fraudes aposentadoria

A aposentadoria de servidores de até 200 municípios brasileiros pode estar em risco. A estimativa é do próprio Ministério da Previdência, a partir de investigações que vêm sendo realizadas pela Polícia Federal desde 2013. Somente a mais recente operação da PF relacionada ao tema – a Encilhamento, deflagrada no último mês de abril – identificou irregularidades em 28 institutos de Previdência de Estados e municípios. Ao longo dos últimos cinco anos, a PF conseguiu mapear o modelo de ação do esquema, que envolve gestoras financeiras e, em certos casos, as próprias prefeituras.

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