vacinaA Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa na próxima segunda-feira (6).

Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, todas as crianças dentro da faixa-etária estabelecida serão imunizadas – mesmo as que já estão com o esquema vacinal completo. Neste caso, a criança vai receber um outro reforço.

No Espírito Santo, as vacinas estarão disponíveis nas 539 salas de vacinação das Unidades de Saúde do estado. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o ES não registra casos de sarampo há 18 anos. O último foi em 1999.

Segundo informações do Ministério, o estado receberá 510.720 doses – 16.220 injetáveis (VIP), 252,3 mil orais (VOP) e 242,2 mil de tríplice viral. A meta da campanha no ES é imunizar 201.833 pessoas. O Dia D de mobilização está previsto para 18 de agosto, um sábado, quando cerca de 36 mil postos de saúde em todo o país estarão abertos.

O secretário de Estado da saúde, Ricardo de Oliveira, disse que o foco da campanha de vacinação é conscientizar a população para a prevenção de doenças evitáveis. “Eu estou fazendo um apelo aqui, para que a população se mobilize. A vacinação, além de um direito, é um dever, então se você não se vacina ou não leva seus filhos para vacinar, ela pode ser um transmissor dessa doença para outras pessoas. Para que a gente possa efetivamente eliminar essa ameaça do Sarampo, é preciso que cada um cumpra com seu dever”.

Mais de cem pessoas, das secretarias de saúde de todos os municípios do Espirito Santo, estiveram nesta quinta-feira (2), na Escola Técnica do SUS (ETSUS), para fazer uma avaliação do programa de imunização do estado, como forma de definir os últimos detalhes da estrutura da campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite.

A campanha nacional ocorre em meio surtos de sarampo no Brasil, principalmente em Roraima e no Amazonas. No caso da pólio, 312 municípios registram baixas taxas de cobertura vacinal contra a doença. A meta do Ministério da Saúde é imunizar mais de 11 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos, público mais suscetível a complicações de ambas as doenças.

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