Leone Oliveira – leone@eshoje.com.br

{'nm_midia_inter_thumb1':'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2014/10/02/1_img0003h_-94337.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'542ddac734a6f', 'cd_midia':94327, 'ds_midia_link': 'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2014/10/02/img0003h_-94327.jpg', 'ds_midia': '', 'ds_midia_credi': 'Leone Oliveira', 'ds_midia_titlo': '', 'cd_tetag': '3', 'cd_midia_w': '500', 'cd_midia_h': '400', 'align': 'Left'}Policiais militares começaram a circular dentro dos coletivos do Transcol que atendem às linhas com maiores índices de ocorrências. Essa é uma das medidas que adotadas pelo Governo para garantir mais segurança aos rodoviários e passageiros e foi adotada a partir desta quinta-feira (02).
As ações foram anunciadas durante a paralisação de motoristas e cobradores, que ocorreu na última terça-feira (30). Além da presença dos militares fardados dentro dos coletivos, o número de abordagens a ônibus aumentou e o policiamento em pontos finais das linhas foi reforçado.
Neste primeiro momento, serão utilizadas 15 duplas de militares para realizar esse trabalho. As linhas a serem atendidas por essa medida foram apontadas pelo Sindicato dos Rodoviários (Sindirodoviários-ES), durante reunião na manhã desta quinta-feira (02).
Major Pessanha, da polícia militar, explica que os soldados vão entrar nos coletivos e fazer todo o trajeto da linha. De acordo com ele, os policiais estão orientados a agir em qualquer situação suspeita e também em casos de pessoas que tentarem pular roleta. “Eles vão se posicionar no veículo de forma a ficarem bem ostensivos para evitar qualquer ação delituosa”, disse.
Ao retornar aos terminais, os militares também vão trabalhar ostensivamente, fazendo um policiamento preventivo. “Se for necessário farão também abordagens a pessoas suspeitas”, informou Pessanha.
O major citou um caso ocorrido na última quarta-feira (01), no terminal Laranjeiras, na Serra. Os militares perceberam que um homem estava nervoso com a presença dos policiais no local e o abordaram. Com o suspeito, os PMs encontraram um revólver calibre 38 com seis munições e uma bucha de maconha.
{'nm_midia_inter_thumb1':'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2014/10/02/1_img0003i_-94341.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'542ddac7c06cd', 'cd_midia':94328, 'ds_midia_link': 'http://www.eshoje.jor.br/_midias/jpg/2014/10/02/img0003i_-94328.jpg', 'ds_midia': '', 'ds_midia_credi': 'Leone Oliveira', 'ds_midia_titlo': '', 'cd_tetag': '3', 'cd_midia_w': '350', 'cd_midia_h': '280', 'align': 'Left'}Expandir o monitoramento
Major Pessanha disse que, inicialmente, serão disponibilizadas 15 duplas de policiais militares para atender as 45 linhas de ônibus apresentadas pelo Sindirodoviários como as mais perigosas. “Nós vamos alternar, conforme as várias linhas que nos foram passadas”, explicou.
Entretanto, a ideia da polícia militar é aumentar o número de linhas monitoradas, não ficando restrita apenas as apontadas pelos rodoviários. “Nós queremos expandir, porque são várias outras que merecem a nossa atenção. Nós queremos trazer o máximo de segurança para a população em geral e não só a um grupo específico”, salientou o major.
Muitas pessoas que utilizam o transporte coletivo da Grande Vitória, diariamente, aprovam essa iniciativa. “Vai ajudar a trazer um pouco mais de segurança”, avaliou a auxiliar administrativa, Elaine Cristina Moreira, 35 anos.  “É mais segurança para a população que está precisando”, afirmou a auxiliar de serviços domésticos, Janine Alves, 22 anos.
O presidente do Sindirodoviários-ES, Carlos Roberto Maguila, também se mostrou satisfeito com a medida. “Para o sindicato, tudo o que for para a segurança dos motoristas, cobradores e usuários dos coletivos é um benefício”, declarou.
Outra ação proposta pelo Governo foi a implantação do botão de emergência nos coletivos. A viabilidade desta ação está sendo estudada por Poder Executivo e categoria. A princípio, o sistema funcionaria da seguinte maneira: os ônibus possuem GPS e as câmeras são monitoradas pela Ceturb. Quando uma ação criminosa acontecer no coletivo, o motorista aciona o botão, a Ceturb recebe o sinal e entra em contato com o Ciodes que, por sua vez, envia uma viatura para atender à ocorrência.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *