Mesmo fora do verão, é possível encontrar focos de proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue.  Principalmente após as fortes chuvas que atingiram o Estado recentemente é preciso ter certos cuidados para garantir que novas pessoas não fiquem doentes.

O cuidado com vasos de plantas, garrafas de água, pneus, sacos de lixo e quaisquer outros acumuladores de água, previnem a reprodução do mosquito causador de outras doenças além da Dengue, como a Zika e a Chikungunya.

caixa dagua
Caixas d’agua cobertas na casa de Adjalma Greco

Recentemente, a prefeitura de vitória divulgou o Levantamento Rápido Da Infestação Do Mosquito Aedes Aegypti (LIRAa), um estudo feito quatro vezes ao ano, pelo Centro de Vigilância e Saúde Ambiental (CVSA). A pesquisa feita no período de 23 a 27 de abril deste ano, apresenta a falta de cuidados das pessoas dentro de casa, como a principal responsável pela multiplicação dos focos criadouros do mosquito.

Alguns moradores sabem da importância desses cuidados e tem o costume de fazer limpezas frequentes. Um deles é o motorista aposentado Adjalma Greco. “Eu faço tudo que tem de fazer. Evito deixar vasilha com água, as garrafas estão todas viradas para baixo e inclusive fui elogiado essa semana. A prefeitura veio aqui, olhou o quintal todo, que é grande, e me elogiou por cuidar disso”, relata o aposentado que acredita que esse tipo de cuidado é obrigação de qualquer brasileiro.

Há também quem veja essa prevenção de uma forma diferente. Pensando em uma nova utilização dos pneus velhos que acumulam água, a Associação de Moradores de Ilha de Santa Maria em Vitória, criou diversos canteiros de plantas nas ruas e praças do bairro.

Segundo a presidente do bairro Keyla da Cunha Dias, a comunidade tem o projeto de jardim comunitário, onde os pontos de acumulo de lixo se transformam em jardim, para tentar diminuir os acúmulos de lixo e água parada, além de auxiliar na conscientização dos moradores.

A pesquisa da prefeitura de Vitória ainda apresenta um comparativo com o último levantamento feito em Janeiro onde a cada 100 imóveis 2,3 apresentavam focos do mosquito. Agora, o levantamento caiu para 2,1 imóveis.

Confira os bairros com baixo e médio riscos de contaminação:

Baixo risco:

  • Grande Vitória
  • Universitário
  • Estrelinha
  • Inhanguetá
  • Bela Vista
  • Santo Antonio
  • Ariovaldo
  • Favalessa
  • Mario Cypreste
  • Caratoira
  • Santa Teresa
  • Cabral
  • Quadro
  • Santa Clara
  • Ilha Do Principe 

Médio risco:

    • Resistencia
    • Nova Palestina
    • Redenção
    • Conquista
    • São José
    • Santo André
    • Ilha Das Caieiras
    • São Pedro
    • Santos Reis
    • Condusa
    • Vila Rubim
    • Parque Moscoso
    • Moscoso
    • Piedade
    • Fonte Grande
    • Centro
    • Forte São João
    • Romão

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