Lucas Rezende

Lucas Rezende é jornalista e titular da Coluna Fonte Grande, publicada de segunda à sexta. Notas e sugestões: fontegrande@eshoje.com.br

No Estado, será a Universidade Federal a responsável por exibir sessões do filme “O Processo”, que oferece um olhar pelos bastidores do julgamento que culminou no impeachment da presidenta Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016. O filme testemunha a profunda crise política e o colapso das instituições democráticas no país sob direção de Maria Augusta Ramos, que passou, junto de sua equipe, meses no Planalto e no Congresso Nacional captando imagens sobre votações e discussões que culminaram com a destituição. Haverá uma sessão de première no próximo dia 12 no Cine Metrópolis, no Campus de Goiabeiras.

Difícil, mas não impossível
Conseguir salas para exibir “O Processo” não está sendo tarefa das mais fáceis, uma vez que os grandes cinemas não se interessaram muito. Aí que até um e-mail e uma chamado nas redes sociais foram criados para que as pessoa solicitem a exibição em suas cidades. A UFES topou de pronto – ainda bem.

Alô, Receita Federal!
Um produtor de shows da cidade sonega notas fiscais de seus clientes. Além de taxar mais as bebidas quando são compradas no cartão de crédito, sua equipe se nega a dar notas fiscais. Nem o responsável pelo bar resolve a peleja. Quando o cliente insiste muito, promete enviar por e-mail – que nunca chega.

Afasta de mim esse cálice
Lembram do artista Caio Cruz, que teve uma obra com nudez retirada de uma ação do Outubro Rosa no Teatro Municipal de Vila Velha? Ele faz agora sua revanche com a abertura da nova exposição “Pinturas Proibidas”, na próxima sexta-feira, na Galeria Arts Molduras, em Maruípe, na capital. E para refletir “o proibido na arte”, haverá uma mesa redonda a partir de 19h com o mestre em artes Jorge Magalhães, o advogado Carlos Eduardo Lyrio e o psicólogo psicoterapeuta Gerson Abarca.

O poder rubro-negro
Rainha de bateria resolveu testar com o filho a nova babá:
– Filho, você e a babá estão se dando bem?
– Mãe, a Júlia é evangélica, não fala palavrão, não gosta de funk e não me deixou sair de casa o dia inteiro. A única coisa que nós temos em comum é que ela é flamenguista, e isso me basta.
– Maravilha, então!


Dança das cadeiras no Palácio Anchieta: Valéria Morgado (à esquerda), passa a assessorar diretamente o governador, enquanto Eduardo Caliman assume seu lugar na subsecretaria de Imprensa. Os dois sob comando de Andréia Lopes
Dança das cadeiras no Palácio Anchieta: Valéria Morgado (à esquerda), passa a assessorar diretamente o governador, enquanto Eduardo Caliman assume seu lugar na subsecretaria de imprensa e deixa o Diário Oficial. Os dois seguem sob comando de Andréia Lopes (Foto: Reprodução)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *