Lucas Rezende

Lucas Rezende é jornalista e titular da Coluna Fonte Grande, publicada de segunda à sexta. Notas e sugestões: fontegrande@eshoje.com.br

Têm leis que, quando criadas, a gente até se pergunta porque não estavam em vigor há anos. É o caso da n° 5.841/2018 em Cariacica: pessoas com deficiência motora incapacitante irão receber vacinação em casa, finalmente. Estão valendo as doses de febre amarela, hepatite B, tríplice viral, HPV, meningocócica, tetra viral, pneumocócica 23-valente, difteria e tétano. A tardia lei garante também a vacinação em asilos, fundações e casas de repouso. O pedido para imunização diferenciada deve ser solicitada a Secretaria de Saúde, que vai atestar as condições determinantes para ter acesso ao serviço.

O Estado é laico, filha!
Vereadora de Vila Velha, Tia Nilma esqueceu que o Estado é laico e pediu dia desses na Câmara que Deus toque no coração das autoridades e olhe pelo povo. “Nesse mundo, pode-se comprar qualquer coisa e adquirir qualquer bem material. Mas a benção e o perdão de Deus não podem ser comprados”, disse a religiosa.

Nem tudo está perdido
Já Dona Arlete resolveu ser um pouco mais útil ao povo: proposição dela segue em tramitação na casa para dar ao consumidor que constatar a existência de produto exposto à venda com prazo de validade vencido o direito de receber gratuitamente outro produto idêntico ou similar, à sua escolha, em igual quantidade.

Tour pelo Norte
A visita da cúpula da Segurança Pública à DP de Linhares, onde correm as investigações sobre a tragédia dos irmãos que morreram queimados, não foi específica. Na verdade, o Delegado Chefe da Polícia Civil, Guilherme Daré, o Subsecretário de Inteligência da Sesp, Delegado José Monteiro Junior, e o chefe-mor, Coronel Nylton Rodrigues, foram passar um pente fino geral no Norte. Por isso também visitaram as delegacias regionais de São Mateus e Nova Venécia.

Selo de inutilidade
Com o desserviço dos Correios, fiéis de uma igreja evangélica de Vila Velha resolveram agir por contra própria, sabendo que os convites para um evento de casais chegaria meses depois na casa dos convidados caso optassem pela entrega da estatal. Arranjaram um motoboy que rodou a Grande Vitória inteira entregando de porta em porta. Deu trabalho, a gasolina foi cara, mas não houve atraso.

Nem Freud explica
Rolou maior baixaria dia desses numa boate alternativa da cidade: uma lésbica e um gay começaram a se bater. Foi gritaria, porradeiro, segurança no meio, copo voando. Como a briga começou? Ela dizendo que era “mais homem” que ele. Depois de muito empurra empurra, ela foi retirada, aos gritos de que iria processá-lo. Mas a quem interessar possa, a dupla não entrou no consenso da “macheza”.

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