PALHAÇOS DA ALEGRIANesta terça-feira (31), os pacientes mirins do Hospital das Clínicas tiveram um dia diferente, com muitos sorrisos espontâneos e verdadeiros. A visita dos palhaços da alegria no setor pediátrico levou para as crianças muita descontração e o ESHOJE acompanhou essa diversão!

Através do trabalho realizado pelos voluntários desde 2011, em diversos hospitais da Grande Vitória, muitos olhares doentes são renovados e outra realidade é criada. O lugar que antes era de tristeza, se torna espaço para brincadeiras e diversão. Além das áreas pediátricas, as adultas também recebem as visitas, que são feitas duas vezes por mês .

Ao chegar ao hospital, à turma se apronta e se transforma em novas pessoas, novos nomes são escolhidos e eles seguem rumo aos quartos. Muitas vezes as crianças, ainda estão passando mal e paradas, mas essa realidade muda quando a equipe chega. A bagunça do bem transforma o quarto em picadeiro, e a doença é deixada de lado.

A turma promove diversas brincadeiras como mágicas, oficinas, mímica, música, além de levar mensagens de otimismo para a família das crianças que estão passando por algum tratamento. O objetivo é garantir uma dose extra de ânimo para a continuidade dos procedimentos médicos hospitalares.

O ator, mágico e contador de histórias Rodrigo Campaneli trabalha com o grupo desde o lançamento. Ele conta que já passou por momentos tristes e felizes, mas que todos foram relevantes, principalmente para o reconhecer a importância do trabalho.

“Até quando a criança diz um não para nós ‘não quero te ver, não quero!’. A criança teve a oportunidade de dizer um não. Porque ela não pode dizer um não para um médico, uma enfermeira, ela tem que tomar o medicamento. E aí chega um palhaço e ela tem a oportunidade de dizer um não, de ser atendida”.

A analista de relações jurídicas, Dalila Gonçalves, diz que se voluntaria sempre que pode. Ela já acompanha o trabalho da equipe há sete anos, e esteve em diversos hospitais e instituições, levando a alegria para os pacientes. “Fazer essa atividade renova o astral, e as energias para continuar o trabalho diário”, diz.

Para a pequena Ana Julia da Conceição, de nove anos, o mais legal da visita dos palhaços foram às mágicas e a animação que o quarto ganhou.

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