dr-schariff-moysesPor Paulo César Dutra

O médico capixaba, Scharif Moysés (MDB), que hoje é o segundo suplente da senadora Rose de Freitas (PODEMOS), vai lançar a sua candidatura a uma das duas vagas para o Senado este ano, caso o senador Ricardo Ferraço (PSDB) seja candidato ao governo do Estado, conforme foi anunciada a vontade do governador Paulo Hartung (MDB). Scharif é graduado em medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ – e é um dos maiores defensores da saúde e uma referência nacional.

A senadora Rose de Freitas é pré-candidata ao governo do Espírito Santo, e se for eleita, quem assume a sua vaga no Senado é o primeiro suplente, Luiz Pastore, empresário do ramo siderúrgico e do mercado de capitais. Diante desse problema e com o espaço surgido com a pré-candidatura de Ferraço ao governo, Scharif entende que este clima é uma oportunidade para ele ser candidato a senador.

Lamas pede Segurança
A segurança pública no Espírito Santo tem sido pauta de discursos dos deputados capixabas na Assembleia Legislativa. Em vários momentos, deputados têm realizado intervenções apontando notícias sobre o aumento da violência no Estado. Em conseqüência desse debate, o deputado estadual Bruno Lamas (PSB) apresentou três indicações ao Poder Executivo, pedindo o Retorno do Batalhão de Missões Especiais (BME), da Patrulha da Comunidade e da Ronda Ostensiva Tática Motorizada (Rotam). Lamas justifica a necessidade de se retomar as operações do BME: “Atualmente os capixabas têm convivido com o alto índice de violência que assombra os moradores e turistas que frequentam nosso Estado, o que faz necessário o retorno do BME”.

Max resiste e Duda insiste
O vereador de Vitória, Max da Mata (PSDB) está se agarrando com unhas e dentes ao seu mandato de parlamentar da Capital, colado na cadeira na Câmara Municipal de Vitória. É porque o suplente de vereador Duda Brasil (PDT), insiste,por lei  a vaga do vereador Max, que deixou a sigla do PDT para ir se acomodar no ninho dos tucanos de Vitória. Duda usa o argumento de que Max deixou o partido porque quis e ao se alojar em outra sigla, perdeu automaticamente o mandato. Ou seja, o mandato é do PDT e não do Max. Duda buscou informações jurídicas e seguiu as normas eleitorais, conforme diz a lei “que o suplente deve assumir quando o vereador sai na janela”. Duda disse então que vai cumprir o que diz a lei!

Beto Richa na Justiça Eleitoral
O juiz Federal Sérgio Moro determinou que uma investigação sobre o ex-governador do Paraná Beto Richa seja encaminhada à Justiça Eleitoral. Em inquérito, Richa é investigado pelo suposto recebimento de propinas da Odebrecht durante a campanha eleitoral de 2014, quando foi reeleito ao governo paranaense. O magistrado determinou que o Tribunal eleitoral devolva o caso “oportunamente”, já que “há indícios de que o caso não consiste em doações eleitorais não registradas, mas sim em possível crime de corrupção”.

Richa perdeu o direito ao foro por prerrogativa de função quando renunciou ao cargo de governador do Estado para se candidatar a senador nas eleições de 2018. O processo contra o ex-governador do Paraná estava em curso no Supremo Tribunal de Justiça – STJ. No entanto, após a renúncia de Richa, o Tribunal remeteu o inquérito ao juízo da 13ª vara Federal de Curitiba/PR. Semanas depois, o STJ ordenou que Moro remetesse o processo à Justiça Eleitoral. A remessa foi confirmada ontem segunda-feira, 25, em decisão do juiz Federal.

Na decisão, o magistrado afirma que o caso “não se trata de ‘mero caixa dois’ de campanha”. Ele também pontua, ao citar laudos da Polícia Federal relativos aos supostos pagamentos, que “embora seja prematura qualquer conclusão, há prova de que os pagamentos tiveram contrapartida específica, e, portanto, os fatos possivelmente se enquadram no crime de corrupção, lavagem de dinheiro, e ajuste fraudulento de licitação”.Processo: 5018185-71.2018.4.04.7000

Passeata dos 100.000
Há 50 anos, no dia 26 de junho de 1968, ocorreu a Passeata dos Cem Mil, realizada em protesto contra a ditadura militar. A manifestação, organizada pelo movimento estudantil, aconteceu no Rio de Janeiro e contou com a participação de artistas, intelectuais e integrantes de outros setores da sociedade brasileira.

Perda de uma chance
Professora universitária dispensada após início do semestre letivo será indenizada. Decisão é da 3ª turma do Tribunal Regional do Trabalho -TRT da 11ª Região, no Estado do Amazonas, que negou provimento ao recurso da faculdade e considerou que a dispensa fora da época de contratações prejudicou as chances da trabalhadora conseguir um novo emprego. Falou e disse.

Bullying
Menina que sofria bullying em escola estadual será indenizada pela Fazenda Pública de SP. Decisão é da 2ª câmara de Direito Público do TJ/SP, que entendeu que houve falha do Poder Público em razão da falta de medidas pelo estabelecimento escolar em proteger e resguardar a integridade física, moral e psicológica da estudante.

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