Torço fervorosamente para que não haja eleições no Brasil. A nação não pode continuar com essa monstruosa engrenagem político administrativa que aí está. Não tem um setor público, um modesto escritório público que se possa afirmar que seja insuspeito. Que nação é está em que vivemos?

Quem pode raciocinar com tranquilidade vendo se embaralharem nas próprias pernas mais de trinta organizações políticas (partidos), cada qual com uma cantiga diferente, um dono diferente, uma ideia diferente e, todos comprometidos com uma coisa: NADA!

O Estado do Espírito Santo é um dos menores territórios do país, com uma população de pouco mais de 4,5 milhões, onde a classe política nunca se entende, a partir do dia seguinte que ocorreram eleições, mas, às vésperas do pleito, das eleições para governador, deputados estaduais, federais e senadores todos se unem num estranho amplexo de interesses políticos e pessoais que dão a impressão que viviam às mil maravilhas…

Confesso, continuo não acreditando em eleições brasileiras em outubro próximo. Esse pessoal que empurra Lula insistentemente de ladeira abaixo, pode tentar provocar alguma algazarra. Vão quebrar a cara, porque provocará uma intervenção militar, que já deveria ter sido feito desde que o juiz Sérgio Moro começou a examinar os inquéritos realizados pela Polícia Federal para desbaratar a cadeia de ladrões da nossa política.

Até agora, só quem está fora dos conchavos é Jair Bolsonaro, que não aceitava candidato a vice que viessem com exigência de assinar protocolo para obter ministérios, se ele ganhar o pleito. Bolsonaro não quer se comprometer com nulidades. Entende que cargo de ministro deva ser algo de quem vai comandar a máquina pública e não promotores de vantagens pessoais.

Pela embrulhada partidária daqui do Espírito Santo, onde se juntam todos os bichos num só samburá, não pode dar certo.

Acho difícil o povo brasileiro agir com equilíbrio, com a cabeça, buscando os melhores caminhos para a Nação brasileira. Nosso povo não pensa em nada, quer apenas levar vantagens pessoais, não pensa no futuro do país, nada! Quer salvar sua pele, também.

Do saco de gatos em que se transformou a política, não se sabe como será o resultado final. As coisas não estão boas para quem está pensando em se reeleger para o mesmo cargo.

Parece que a intenção não é deixar de votar, anular o voto, mas experimentar quem nunca foi eleito.

Pode ser um negócio divertido, no momento em que vivemos.

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