Imagem ilustrtativa_Cristian Newman_corte horizontalPerda progressiva de todas as capacidades físicas, motoras e cognitivas, chegando ao ponto de “desaprender” a falar ou a sorrir. Assim evolui o quadro de alguém com doença de Alzheimer. O principal fator de risco é a idade. De acordo com informações da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), depois dos 65 anos, a probabilidade de desenvolver a enfermidade dobra a cada cinco anos.

Para a médica Lívia Terezinha Devens, coordenadora da Unidade Geriátrica do Hospital Metropolitano, localizado em Serra, embora muito divulgada, o tamanho dessa patologia ainda é pouco compreendido pelas famílias que têm um ente acometido, assim como por profissionais da saúde.

“A doença de Alzheimer não pode ser prevenida e também não tem tratamento curativo. No entanto, com a orientação adequada sobre o uso de medicamentos, de se comunicar com o idoso adoecido e de tornar o ambiente em que ele vive seguro para que possa fazer as suas atividades sem a ajuda de alguém, entre outras medidas, é possível evitar muito sofrimento e acrescentar qualidade de vida à jornada dele e de seus responsáveis”, afirma a geriatra.

Seminário
Em busca de esclarecer a população a cerca dos sintomas da doença de Alzheimer e instruir profissionais técnicos da área de saúde, famílias e cuidadores, o Hospital Metropolitano, localizado na Serra, vai realizar a palestra “A Doença de Alzheimer e a Saúde da Pessoa Idosa”, no próximo dia (20), véspera do dia de conscientização sobre o problema, a partir das 10 horas.

Os interessados em participar precisam se inscrever pelo telefone 2104-7089 ou pelo e-mail lmenezes@metropolitano.org.br. O evento é gratuito e vai ser dirigido pela equipe multidisciplinar da Unidade Geriátrica da instituição. Haverá palestras com geriatra, assistente social e fisioterapeuta. Estão disponíveis 80 vagas.

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