Não se presume a data que elas realmente surgiram, mas as histórias da humanidade registra, como as mais importantes, três profissões: o pedreiro (aquele que constrói, edifica), o professor (aquele que ensina para a vida) e o médico (aquele que cura, que opera, que trata os pacientes com zelo e humanidade).

O mundo ainda é povoado, a despeito da busca incessante dos medíocres por um canudo (diploma), pelos chamados autodidatas (ou como dizem os americanos, “the mad self man” – “aquele que se fez sozinho”, que nos dá lições de criatividade…

A humanidade deve, seu desenvolvimento ao professor, aquele que transmite conhecimentos, as vezes com péssima remuneração e, voltando atrás, existiam os criadores de escolas gratuitas, como a CNEC e até os altruístas, que criavam escola para ver a juventude estudar.

A educação, importante no desenvolvimento cultural dos povos, nos tempos modernos, tronou-se um instrumento da má política. Cada qual, a seu modo querendo introduzir nos chamados currículos escolares indutores a tipos de religião, esquecendo-se de que, dentro do pressuposto, elas todas não valem nada, porque deturpam os sentimentos, a formação. A religião deve ser fruto do berço, da família.

Hoje, apenas com objetivos eminentemente políticos até vereadores querem dar nota como deve se processar a educação, quando na verdade a grande preocupação das autoridades deveriam ser o ensino da língua pátria, conhecimentos de matemática, moral e civismo. O aluno não sabe nem como falar e escrever a língua do país em que nasceu, querem botar no currículo oficial das nossas escolas públicas o ensino do mandarim, a língua oficial chinesa. Será que esse pessoal “inteligente” sabe realmente o que está dizendo?

Falam em aperfeiçoamento do ensino mas, o que se assiste, ao meio da asneira que produzem, é prejudicar o processo educacional que, para se ter sucesso, é só remunerar bem o professor.

São raros professores (muito raros mesmo) que se atrevem em largar a difícil arte de ensinar para ser político. Como, um deputado estadual, pouco qualificado para o exercício da representação popular, se atreve a fazer modificações no processo educacional do Estado? Será que ele não sabe, não foi instruído pela sua assessoria, que as questões relacionadas com a educação nacional é gerida pelo Ministério da Educação?

Depois que Lula saiu por aí dando palestras a peso de ouro, recriou-se a fantasia: “Um burro carregado de livros, é doutor” …

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