ciro gomesO presidenciável Ciro Gomes (PDT) prevê que dos atuais 23 pré-candidatos à Presidência do Brasil somente 15 chegarão na reta final em outubro no primeiro turno. “Acho que assim como Joaquim Barbosa, outros pré-candidatos sairão. Não haverá vinte e três candidatos, como hoje se menciona, mas ainda assim haverá muitos candidatos. No mínimo uns quinze”, disse nesta sexta-feira, 18, em entrevista coletiva no 60º Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, preferindo não nominar quem sairá da corrida presidencial.

Sobre as alianças, Ciro disse que falará “só na hora própria. Lá para junho, julho”. No momento, ele trabalha uma aliança de centro-esquerda e cogita dois nomes para ocupar o posto de vice: os empresários Josué Gomes Alencar (PR) e Benjamin Steinbruch (PP). “Isso vai acontecer a partir de junho, quando começamos a preparar as convenções de julho e agosto”, destacou.

Ciro Gomes não vê possibilidade de ter o apoio do PT, nem do MDB e tampouco do DEM, pois acredita que esses partidos terão seus próprios candidatos. O presidenciável tem conversando através do presidente do PDT, Carlos Lupi, com setores do PCdoB, PSOL e do PT, mas não aposta em apoio dos três partidos no primeiro turno.

“Tenho uma afinidade absoluta com a Manuela d’Ávila, por exemplo. Eu aprendo muito com ela, é uma figura de grande valor e tenho sim uma aliança programática com ela. O que importa agora é eleger a ideia que possa interromper essa tragédia que os golpistas estão querendo legitimar pelo voto”, disse.

Lauriberto Braga, especial para O Estado
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Cometários

  1. ELEITORES ABESTADOS OU ENGANADOS POR LULA E DILMA?

    Os fatos dizem que podem ser abestados ou iludidos por Lula e Dilma, pois, deviam saber que eram dois despreparados para governar o Brasil, e isso se confirma ao receberem do Estadista Fernando Henrique Cardoso inflação controlada, geração de empregos crescente, Petrobras com lucros crescentes, graças à CIDE, à proibição de venda de combustíveis a prazo sem cobrar encargos financeiros, à obrigação de a Petrobras praticar preços nivelados aos do mercado internacional, à Lei do Petróleo triplicando a produção, e tudo isso levando a estatal ao lucro histórico de 35 bilhões em 2010, e a um aumento de arrecadação de impostos nunca antes visto na história deste País. Este banho de eficiência foi graças, também, às privatizações de empresas que sugavam dinheiro do Estado, como a Vale do Rio Doce, as empresas siderúrgicas e as de telecomunicações, que passaram a recolher bilhões em impostos, aumentando o PIB; e a privatização das telecomunicações foi um marco social inigualável, pois, antes, apenas milionários tinham telefone, mas, hoje, todos possuem telefone. Essas conquistas social e econômica foram destruídas por dois incompetentes, a quem os eleitores entregaram o Brasil, sem perceber que colocavam o País nas mãos de quem nunca havia governado uma prefeitura, um Estado, ou mesmo um pequeno armazém para mostrar do que era capaz. O resultado é o Brasil mergulhado em corrupção e em incompetência, como mostram os fatos: superfaturamentos de empreiteiras mafiosas deixando a Petrobras com dívida de 500 bilhões de reais, economia dos Municípios produtores de petróleo destruída, queda na arrecadação de impostos, saldo social negativo de 12 milhões de desempregados, saúde dilapidada, educação destruída, segurança nas mãos de marginais e o Brasil quebrado. Imagine o que nos espera se as pesquisas estiverem corretas, ou seja, se os eleitores estiverem pensando em votar nos não menos despreparados Bolsonaro, Marina e Ciro, os dois primeiros nunca governaram uma prefeitura ou Estado, e o último governou o Ceará, apontado como um dos Estados de maior violência, e abrem mão de Geraldo Alckmin, que governou São Paulo por quatro vezes, e o Centro de Liderança Pública, avaliando anualmente a performance dos 26 Estados e do Distrito Federal, computando 10 itens importantes, como capital humano, educação, eficiência da máquina pública, infraestrutura, inovação, potencial de mercado, sustentabilidade ambiental e sustentabilidade social, segurança pública, solidez fiscal, dando notas de zero a 100, coloca o Estado de São Paulo, governado por Geraldo Alckmin quatro vezes, como de melhor performance, com média de 87,8 (medida de 0 a 100). Não é por acaso que milhares de Nortistas e Nordestinos do Acre, do Ceará e outros Estados do Norte e Nordeste correm para São Paulo em busca de uma vida digna, e essa vida mais digna lhes pode ser dada nos seus Estados se os eleitores deixarem de ser abestados e votarem em quem já mostrou que sabe governar com competência. Eu vou votar em Alckmin, e você? Podemos elegê-lo no primeiro turno. Ele merece.

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