Cesar Herkenhoff

César Herkenhoff é pós-graduado em Psicanálise Clínica e em Criminologia, Política Criminal e Segurança Pública. Pós-graduando em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho. Bacharel em Teologia, Direito e Comunicação Social. Hipnólogo e membro da Instituto Brasileiro de Hipnologia e da Sociedade Iberoamericana de Hipnologia Condicionativa. Jornalista, radialista e publicitário. Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Espírito Santo.

“Os nossos bandidos são mais honestos do que os bandidos dos outros”.

A tese abraçada por petistas do bem e do mal, demonstra de maneira inequívoca que o Brasil precisa de uma segunda Lei Áurea para extinguir, por decreto, a corrupção.

Lula da Silva e Dilma Rousseff entram para a história como as duas maiores desgraças que se abateram sobre a nação em toda a história republicana.

Depois das delações dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura, insistir na tese de que Lula e Dilma são vítimas da perseguição, de que tudo é armação capitaneada pelos menos de comunicação é, no mínimo, falta de respeito a si próprio.

Nenhum brasileiro de idoneidade ética e moral será capaz, hoje, de dizer que os dois ex-presidente petistas são pessoas íntegras. Defender essa tese é assinar menosprezar o sentimento nacional.

Lula, ladrão. Dilma, ladra.

Não são os únicos, é verdade,  mas na visão canhestra do lulopetismo, o fato de outros líderes políticos nacionais também terem roubado já suficiente para inocentar a quadrilha que tomou de assalto o Brasil em 2002.

O problema é que, até então, as delações estavam restritas a prestadores de serviços (empreiteiros, publicitários, subordinados, etc), mas com a entrada em cena do ex-ministro Antônio Palocci, o tsumani está formado. Não há como conter a onde gigante.

O PT não tem mais um projeto político. Os petistas não têm qualquer outros projeto a não ser o poder pelo poder, ainda que isso possa representar, exclusivamente, o loteamento de cargos públicos, a manutenção dos movimentos sociais com dinheiro do imposto sindical e o enriquecimento de outrora trabalhadores, com recursos desviados dos cofres públicos.

Defender hoje Lula, Dilma, o PT e qualquer coisa que tenha o menor vínculo com essa quadrilha, é manifestar, claramente, desprezo pela ética, pela moral, pelo povo.

A mim ainda causa indignação ver setores importantes da Igreja Católica – pelos quais sempre nutri o melhor sentimento – defendendo, em troca de favores, os bandidos que Jesus Cristo teria expulsado do templo. E do tempo.

Meu querido amigo Dietrich Kaschner, usando dos podres premonitórios que lhe são inerentes, já indicou os próximos acontecimentos: Lula vai chamar Palocci de mentiroso, e Dilma dirá que ele faltou coma  verdade.

Atacar Michel Temer, Aécio Neves, Geraldo Alckimin ou quem quer que seja é pura hipocrisia porque não revela bons sentimentos nem honestidade de propósitos.

Defender o Partido dos Trabalhadores, Lula da Silva e Dilma Rousseff porque outros roubaram primeiro é falta de vergonha.

Uma latrina imunda, onde petistas e aliados de todas as matizes têm se alimentado como se estivessem num banquete.

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