Por Paulo Cesar Dutra

Você sabe que a “bancada” dos deputados presidiários custa R$ 1,2 milhão por mês aos cofres públicos? Este é o valor que sai dos cofres da União e dos estados para pagar salários, penduricalhos e despesas de gabinete de cinco parlamentares estaduais e dois federais com restrição de liberdade!

ECT de Vitória usa carroça 

Na última segunda-feira, dia 11, às 10h54me23s expedi uma carta registrada na agência 235193, identificada como Agência Universitária, no bairro de Jardim da Penha, em Vitória, no Espírito Santo com destino ao centro de Belo Horizonte, Minas Gerais. Hoje, quinta-feira, dia 14, por volta das 10 horas, fiz uma pesquisa para saber se a minha carta havia chegada ao destino, conforme foto acima, ela continua no mesmo lugar. Quem duvidar é só usar a identificação do objeto expedido JT348755644BR para reconhecer a veracidade do caso.

Será que a greve dos funcionários dos Correios no Espírito Santo continua às escondidas? Ou o serviço de entregas de correspondências está sendo feito com carroças? De Vitória a Belo Horizonte são 550 quilômetros! Quantos dias uma carroça precisa chegar lá? Se a greve acabou, não justifica essa demora!

Bom, para quem não sabe, segundo informações do sindicato da categoria, a Greve dos Correios realizada em 13 de março deste ano, não durou 24 horas no Espírito Santo. O que o consumidor pode fazer em uma situação dessa como a da minha correspondência? Quem desejar dar uma opinião, meu e-mail é dutra7099@gmail.com

Rachid Absolvido

O deputado federal paraense Wladimir Costa (SD), que ficou conhecido por tatuar o nome de Michel Temer em seu corpo e que foi filmado agredindo um professor de Sociologia durante evento político no município no Pará foi absolvido no Supremo Tribunal Federal – STF. Ele foi acusado de suposto desvio de salários de assessores na Câmara Federal. Para a 2ª turma, por sua vez, não há provas de crime contra o parlamentar. Decisão foi unânime. Mamãe eu quero.

Duda assume ou não

O suplente de vereador Duda Brasil (PDT), de Vitória que vai assumir a vaga do vereador Max da Mata (PSDB), revelou que já está tudo encaminhado e antes do final deste mês estará na Câmara de Vitória em definitivo. O motivo de Max ter perdido o mandato é porque deixou a sigla do PDT para ir se acomodar no ninho dos tucanos de Vitória. Duda usa o argumento de que Max deixou o partido porque quis e ao se alojar em outra sigla, perdeu automaticamente o mandato. Ou seja, o mandato é do PDT e não do Max.

Pitacos de FHC

A ideia do ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso – FHC de sugerir Marina Silva como alternativa do Centrão parece fadada ao fracasso. Marina é uma santa. Ou parece. E santidade não combina com a real política. O centro continua disperso. Há, ainda, a eventual entrada de Josué Gomes da Silva, o megaempresário dono da Coteminas. Teria ele as forças para congregar outros protagonistas? Acho que não!

Mídias sociais nas campanhas

A sociedade mundial está interconectada com as mídias tecnológicas, que passaram a constituir o novo fenômeno da sociedade contemporânea. As redes sociais permitem a interatividade, a integração, a socialização do conhecimento e da cultura. Um japonês do outro lado do mundo e o nosso amigo vizinho, enfim, todos os povos podem comungar as mesmas ideias, ou divergir por meio das redes tecnológicas. Na campanha deste ano, as redes sociais serão utilizadas com bastante intensidade pelas campanhas, funcionando como uma ferramenta tecnológica de informação, formação de opinião e propaganda.

E o rádio e a TV?

A televisão e o rádio, até então os dois mais poderosos instrumentos da comunicação política, continuarão a ser extremamente importantes, particularmente em períodos de campanha, quando os candidatos disporão de maior tempo para discorrer e detalhar seus programas de governo. Os candidatos com tempo mais largo de exposição tenderão a apresentar um melhor desempenho do que candidatos com curtíssimo tempo. A depender, claro, da criatividade. Lembram-se do Enéas Carneiro, do PRONA? Enéas tinha curtíssimo tempo, suficiente para dizer algo telegráfico e arrematar com “meu nome é Enéas”. O cacoete linguístico lhe deu notoriedade.

Mas não elegem

Embora benéficas no sentido de agitar as militâncias, animar as alas que trabalham pelos candidatos, as redes sociais não serão capazes, sozinhas, de eleger este ou aquele candidato. Darão suporte, servirão como âncora, subsidiarão candidatos com informações, ajudando-os a mostrar ideias, projetos e programas de governo. Mas não elegerão candidatos. Militâncias serão mobilizadas. Mas novos eleitores não conseguirão.

Campanha negativa

Há que se tomar muito cuidado com a expressão verbal e escrita nas campanhas das redes sociais. Ataques, xingamentos, palavras mal utilizadas, conceitos ultrapassados, afirmações machistas ou que agridam as pessoas, a par de fake news compartilhadas poderão animar militantes. Mas arriscam a queimar o nome de candidatos.

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